Entenda a Cremação

O que é a cremação?

A cremação pode ser definida como o processo que transforma o corpo em cinzas. Nada mais faz, do que abreviar o processo de decomposição. O que demoraria alguns anos, ocorre em mais ou menos três horas, através do processamento do corpo em um forno de alta tecnologia, desenvolvido especificamente para esta finalidade. Este forno  pode atingir até 1.000 graus centígrados. Após a transformação em cinzas, estas são colocadas em uma pequena urna, entregues á família. A urna pode ser guardada, ou as cinzas podem ser espargidas em locais específicos, dependendo da vontade da família, ou da vontade do falecido.

É considerada uma prática higiênica e econômica. Evita despesas com manutenção de jazigo, compra ou aluguéis e renovações posteriores. Mesmo havendo a opção pela cremação, o cerimonial de despedida pode ser feito, e o procedimento tradicional do velório, mantido.

 O velório é diferente?

Cada família tem o direito de fazer o velório da maneira como achar melhor, independentemente se o falecido será sepultado ou cremado. O velório pode ocorrer normalmente e, no caso da família optar pela cremação, o corpo é levado ao Crematório depois.
 

O que acontece após a cremação?

As cinzas são colocadas em uma urna, e são entregues à família. Depois, o destino das cinzas dependerá da vontade da família. Hoje existem várias opções para destinação das cinzas. Você pode levar para casa, em uma urna devidamente lacrada. Pode também deixar em um cinerário no Crematório (alguns tem um lugar próprio para isso), colocar a urna no jazigo de sua família em um cemitério ou simplesmente espargir as cinzas em um jardim, em um rio ou no mar.

Quais são as vantagens para o meio ambiente?

A cremação é considerada uma prática mais higiênica, e não pode ser comparada a incineração de resíduos. Lembre-se: aproximadamente 70% do corpo humano é água. As cinzas resultantes são compostas basicamente de cálcio e potássio, e não podem causar mal algum se forem tocadas ou espargidas no solo ou água.

Já, o sepultamento, se feito em jazigos de má qualidade, ou diretamente no solo, pode contaminar o solo e até mesmo os lençóis freáticos.

A cremação custa caro?

Se compararmos com o sepultamento, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a cremação é a opção mais econômica. Os custos com o velório são os mesmos, porém, não haverá necessidade de arrendamento ou compra de um jazigo, nem manutenção anual cobrada por alguns cemitérios. Além disto, desobriga a família a ornamentar o jazigo, ou a fazer visitas periódicas.

Como definir entre a cremação e o sepultamento?

Esta é uma opção individual, ou familiar. Também, cultural. À medida que as pessoas passam a ter o conhecimento de como é feito, e dos benefícios para o meio ambiente, na praticidade e na higiene, passam a incorporar esta prática aos costumes regionais.

Como é a aceitação da Cremação no Brasil e nos outros países?

No mundo todo cresce a prática da cremação. Na Alemanha e na Dinamarca, o número de cremações excede desde o ano 2000 o número de enterros. Na Austrália são cremados 50% dos mortos. Nos Estados Unidos, 26%, a maioria nas grandes cidades. No Japão, desde o século XIX a cremação é o costume predominante, e hoje 99% dos mortos são cremados. Na Índia, a cremação tem uma tradição forte. Já no Brasil, temos 1,2 milhão de mortos por ano, e apenas 5% são cremados. O Rio Grande do Sul aceitou muito bem esta tendência mundial, e em locais como Porto Alegre, em alguns meses, chega a 10% o número de cremações em relação aos óbitos. Estudos mostram que em uma ou duas décadas, teremos no Brasil, igual número de cremações e sepultamentos.

A tendência está crescendo por três razões nos grandes centros urbanos:

1)      Em primeiro lugar, porque no mundo globalizado, podemos comparar nossa realidade a de outros países, e isto nos faz perceber que certos rituais podem ser mudados;

2)      É mais conveniente e mais barato. Isto porque, após a cremação, não existe a necessidade de manutenção de jazigos, ou alugueis e renovações periódicas;

3)      Quase todos os cemitérios estão com as áreas esgotadas. O problema de espaço físico torna-se a cada dia, mais evidente. Principalmente nas grandes cidades.

Como eu mesmo posso manifestar minha opção pela cremação?

Havendo a convicção pela cremação, a forma mais fácil é a manifestação desta vontade em vida. Pode ser feita uma declaração de cremação por instrumento particular, com a assinatura do declarante e de três testemunhas, com firma reconhecida. A Angelus Pax disponibiliza este modelo de documento no escritório.

A família também pode decidir pela cremação, caso a pessoa falecida não tenha manifestado esta vontade em vida. Neste caso, a declaração é concedida pelos familiares mais próximos (marido ou esposa, filhos ou irmãos maiores de idade). Esta declaração deve ser testemunhada por duas pessoas.

É importante salientar que, mesmo a pessoa falecida tendo manifestado esta vontade em vida, se os familiares responsáveis pelas cerimônias fúnebres não tiverem conhecimento, ou não quiserem, este desejo não poderá ser realizado.

Os corpos, após serem sepultados, podem ser cremados?

Após três anos de sepultamento, os corpos exumados também podem ser cremados. Isto evita problemas futuros, como compra ou renovação de arrendamento de jazigos.

Quais as exigências legais para que a cremação seja feita?

A principal diferença é que dois médicos deverão assinar o Atestado de Óbito. Ou, um médico legista. A legislação proíbe a cremação em casos de mortes violentas ou em circunstâncias duvidosas. Nestes casos, somente com autorização judicial para que a cremação seja feita. Isto para que, em necessidade de esclarecimentos futuros, a cremação não permitiria qualquer investigação.



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